(tu disseste...)
na quietude do olhar que não cansa de fixar um ponto que está distante...ve-se um bem duro penar, a fadiga de esperar num arquejar ofegante!esperar...o que nunca chegara, o que sempre longe está numa longínqua miragem..pelo que foi e não volta, nem sequer uma revolta da desoloção da imagem!...
(foi em março, disseste à noite; lembro-me que pensei em ti enquanto o sol adormecia...)
20070428
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1 comentário:
mais uma vez, fiquei sem palavras! *
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